30.8.09
10.8.09
26.7.09
Amor e Sexo
25.7.09
Lavagem ao Cérebro

As seitas reprogramam as pessoas que aliciam
Durante o tempo que dura o processo de aliciamento de um jovem por parte dos membros de uma seita, este tem de fazer actos contrários aos seus princípios, e isso causa-lhe a referida dissonância. Por vezes modifica o seu comportamento e acaba com os ludibriadores antes que o processo de aliciamento possa culminar, mas na maior parte das vezes as etapas sucedem-se com êxito, à medida que a vítima, começa a modificar o seu pensamento. A programação inicia-se com a obrigação de desempenhar tarefas pequenas, depois faz de forma mais agressiva e diante de alguém. Os argumentos terão de ser mais enérgicos e, diz a si próprio para poder ultrapassar. Ao fim de algum tempo, a pessoa começa a acreditar absolutamente no discurso, e considera que a sua conduta: já se tornou um deles. As organizações sectárias, mesmo as pacíficas, também eliminam o nome próprio e substituem-no por outro, em geral esotérico. Num lar, o cônjugue agressor também nunca se dirige à vítima pelo nome, mas sim por interjeições.
Uma mulher psicologicamente destruída que se identifica com o marido abusivo não encontra nele mais do que absurdas justificações para a sua derrocada psicológica. As pessoas programadas perdem a capacidade de decidir livremente e o isolamento é uma medida desestabilizador. A par de tudo isto, a pessoa é submetida a um isolamento físico, como no caso dos prisioneiros, quando se trata de pessoas "encarceradas" nas seitas ou no próprio lar.
Qual é o candidato ideal? Regra geral, é jovem, imaturo, idealista e com instabilidade emocional, embora também se possa tratar de um adulto com as mesmas características. Estas pessoas não suportam a incerteza e precisam de acreditar numa "grande verdade".
É possível anular o efeito de uma lavagem ao cérebro
14.7.09
Acabou-se a Solidão

10.7.09
Segredos do Altruísmo

Sentimento

2.7.09
A História do Mundo
6.6.09
Física Quântica
É possível ver um átomo?
No começo dos tempos da civilização, o homem já tinha curiosidade sobre como funcionam as coisas.
Albert Einstein, que recebeu o Prémio Nobel pela descoberta do efeito foto-eléctrico e não com a teoria da relatividade, nunca aceitou a física quântica, a qual se afirmava segundo o princípio da incerteza de Heisenberg.
Surge então, com a mecânica quântica a explicação de efeitos como o foto-eléctrico, o efeito Compton, a noção da dualidade onda-partícula, que propõe que a luz seja onda e partícula ao mesmo tempo, partícula que recebe o nome de fóton.
Surge também uma importante constante, a constante de Planck, que aparece após o estudo de um corpo negro, que é um corpo que tem a capacidade de absorver toda a energia que sobre ele incidir. Esta constante de Planck também ajuda a explicar a radiação de um corpo em função da sua temperatura.
Consideremos a absorção da luz pela retina.
A física quântica é necessária para descrever esse processo?
Que informações podemos obter a partir da côr de uma chama? Por que é que a chama de uma vela é predominantemente amarela, enquanto a chama de um maçarico é azul?
Mas, não é esta a pergunta interessante. Quero saber se existe algum processo no nosso cérebro, essencial para a nossa consciência, que só possa ser explicado pela física quântica?
Segundo o professor Laércio B. Fonseca, formado em física pela Universidade Estadual e especializado em astrofísica, a teoria quântica mostra a consciência humana como sendo uma quinta partícula atômica, assim como o elétron, o próton, o nêutron e o fóton. Partindo desse princípio, este professor aplica à consciência as leis que regem os objectos atômicos, e explica de forma bem clara fenómenos como a mediunidade, materializações, telepatia, projecção da consciência fora do corpo, incorporação e vida após a morte, assuntos como buracos negros e portais quânticos de transporte de matéria e fenômenos ufológicos. O objectivo do Laércio, é sobre a espiritualidade à classe científica, elevando-a ao nível do patamar da ciência, e entre os espiritualistas agregar o conhecimento científico aos argumentos até então classificados como religiosos, místicos ou esotéricos.
A nova biologia conclui que a membrana celular , (a pele da célula) é a estrutura que primáriamente controla o comportamento e a genética do organismo.
O que a física quântica tem a ver com a biologia?
Afinal será o nosso espaço físico, uma excepção? Ou, o limite do universo? Por que estaria isento de "curvatura"?
Lumenamena




