Psicanálise e Seus Limites
Mora o fundo da alma de cada um de nós e o coração de todos nós, vivências impossíveis de serem resgatadas, lutas eternas entre o ser primitivo que somos e o ser em sociedade que aspiramos nos transformar. Mesmo a psicanálise não consegue atingir locais tão sombrios e profundos, somente podemos ter acesso a eles através de histórias, mitos que por terem sidos contados e recontados carregam um pouco de cada um, sem ser alguém em particular.
Hoje em dia, não basta querer que essas técnicas sejam usadas. É preciso adaptá-las, adequá-las aos dias modernos. Essa deve ser uma das principais funções dos psicólogos e psicanalistas estruturar uma nova forma de pensar, serem objectivos.
Uma sociedade é feita de pessoas. Mas, a sua essência, a sua cultura, depende directamente da forma como todo o processo é efectuado. É exactamente neste ponto que a psicanálise pode contribuir.
Se por um lado Freud disse que: “A Psicanálise é um método para tratamento de distúrbios neuróticos”, estava a dizer, na mesma definição que: “A Psicanálise é um procedimento para investigação de processos mentais”. Então, o seu uso vai depender da forma com que esses processos são analisados.
Freud dizia que a capacidade para pensar é uma actividade bastante complexa, que só pode se desenvolver no ser humano quando ele é capaz de se confrontar com obstáculos e dificuldades para, a partir daí, encontrar novas soluções e alternativas.
O sofrimento faz parte da vida. Nesse sentido, o que a psicanálise nos mostra é que só através das vivências se pode formar um aparelho mental mais fortalecido.
Cada qual pode encontrar diversos motivos para explicar porque procurou fazer uma análise mas, de um modo geral, quem procura um analista, possui algum sofrimento do qual não consegue se livrar. Outros procuram a análise porque desejam se conhecer melhor.
Sem perceber podemos estar a ser tolhidos em vários sectores da nossa vida adulta em virtude do aspecto emocional, na infância. No entanto, quando alguém procura ajuda, deve estar consciente do que está a fazer e levar o tratamento a sério para que haja resultados satisfatórios. A terapia muitas vezes é um processo lento e doloroso, é necessário um mergulho profundo no inconsciente.
O terapeuta é gente também. Sofre, chora, ama e sente e, às vezes, precisa falar. Possui o olhar atento, o ouvido aberto, escuta a tristeza dos outros, quando por vezes, a tristeza maior está dentro do seu peito.
Lumenamena
Hoje em dia, não basta querer que essas técnicas sejam usadas. É preciso adaptá-las, adequá-las aos dias modernos. Essa deve ser uma das principais funções dos psicólogos e psicanalistas estruturar uma nova forma de pensar, serem objectivos.
Uma sociedade é feita de pessoas. Mas, a sua essência, a sua cultura, depende directamente da forma como todo o processo é efectuado. É exactamente neste ponto que a psicanálise pode contribuir.
Se por um lado Freud disse que: “A Psicanálise é um método para tratamento de distúrbios neuróticos”, estava a dizer, na mesma definição que: “A Psicanálise é um procedimento para investigação de processos mentais”. Então, o seu uso vai depender da forma com que esses processos são analisados.
Freud dizia que a capacidade para pensar é uma actividade bastante complexa, que só pode se desenvolver no ser humano quando ele é capaz de se confrontar com obstáculos e dificuldades para, a partir daí, encontrar novas soluções e alternativas.
O sofrimento faz parte da vida. Nesse sentido, o que a psicanálise nos mostra é que só através das vivências se pode formar um aparelho mental mais fortalecido.
Cada qual pode encontrar diversos motivos para explicar porque procurou fazer uma análise mas, de um modo geral, quem procura um analista, possui algum sofrimento do qual não consegue se livrar. Outros procuram a análise porque desejam se conhecer melhor.
Sem perceber podemos estar a ser tolhidos em vários sectores da nossa vida adulta em virtude do aspecto emocional, na infância. No entanto, quando alguém procura ajuda, deve estar consciente do que está a fazer e levar o tratamento a sério para que haja resultados satisfatórios. A terapia muitas vezes é um processo lento e doloroso, é necessário um mergulho profundo no inconsciente.
O terapeuta é gente também. Sofre, chora, ama e sente e, às vezes, precisa falar. Possui o olhar atento, o ouvido aberto, escuta a tristeza dos outros, quando por vezes, a tristeza maior está dentro do seu peito.
Lumenamena

