2.1.10

Amar e Ser Amado


A Necessidade de Amar

Amamos por pura necessidade fisiológica e quando acontece um romance corresponde a uma componente irracional. Acontece simplesmente sem que possamos fazer nada. Quando nos apaixonamos, vivemos sob o efeito de drogas criadas pelo cérebro.
Não somos responsáveis pela nossa felicidade, e nem nós pela de ninguém, mas somos todos co-responsáveis por participar na construção da felicidade uns dos outros.
Certamente a escolha do nosso parceiro também se baseia nos componentes culturais e psicológicos, mas existe uma série de factores químicos envolvidos que muitas vezes passam despercebidos. A química envolvida é complexa, mas os componentes-chave nesse processo já foram esclarecidos pela ciência.

A molécula responsável chama-se dopamina, um neurotransmissor que actua como estimulante natural, muito potente e que é produzido em abundância no cérebro de pessoas apaixonadas. Com a paixão, também se produz a activação de outros neurotransmissores, como a noradrenalina, que aumenta a nossa atenção relativamente às coisas novas e faz com que nos concentremos na pessoa.
O nosso organismo recebe uma injecção potente de neurotransmissores e hormonas que fazem com que vivamos numa autêntica exaltação emocional. Essa exaltação química não é eterna, ou seja, implica a soma de vários curtos prazos, daí se dizer que a paixão dura entre 18 meses e três anos, mas o amor pode prolongar-se por toda a vida. O nosso cérebro recolhe informação sobre a outra pessoa para analisar e avaliar, e se considerar que se trata da pessoa apropriada, nasce o amor.


O efeito da necessidade de amar leva a que entendamos e consigamos o equilíbrio na vida. Basta não diminuir o nosso próprio valor comparando-nos com outras pessoas, porque somos todos diferentes, e cada um de nós é um ser especial.
O impulso do amor está profundamente enraizado no cérebro humano, por conseguinte, o amor é uma necessidade fisiológica, um instinto animal e, também, o resultado de um fluxo químico no cérebro.
Existe outro componente que é a emoção, na verdade é o diferencial da espécie humana em relação aos outros animais e por mais que tentamos, não conseguimos de forma alguma deixá-la de lado. Se isso acontecesse, deixaríamos a nossa condição humana e passaríamos a agir apenas por instinto.
Em contrapartida, a razão é mais responsável, a meu ver, pelas formas de amar, visto que, uma pessoa com firmes convicções, sejam elas de cariz religioso, cultural ou qualquer outro, não deixará a emoção sobrepôr-se à razão.
Talvez o ideal fosse um equilíbrio entre o racional e o emocional, com pequenas oscilações para cada um dos lados.

Lumenamena

31 comentários:

Abdoul Hakime Goul Djounoubi عبد الحكيم گل جنوبی disse...

Amiga, como falar do amor... é complicado. Claro que a ciência pode explicar., talvez ela possa explicar tudo, na verdade ela diz os "comos", não os "porquês" do amor, pois o amor verdadeiro não tem motivos para ser, ele simplesmente é.

Mas quem sou eu para falar de amor, eu que nunca me realizei nesse campo? Só posso falar do amor como um sentimento, nunca como uma convivência bem-sucedida entre duas pessoas adultas que se amam e que se respeitam, mas, se Deus quiser, isso mudará um dia, e estou a me esforçar.

Claro que no começo sempre escolhemos nossos pares em função de preferências pré-estabelecidas em nós, às vezes até seguindo nossos preconceitos, e muitas vezes por uma questão estética, mas apenas no início, pois se por dentro a pessoa for demasiado oposta a nós, não dá certo, e se a paixão ou amor continua, só sofremos.

Au revoir, te amo! Nós todos te amamos muito.

Carlos Bayma disse...

Muito bom!
Uma questão:
nós nos apaixonamos pela essência de uma pessoa ou apenas pelo "vício" que ela nos provoca?

Edson Carmo disse...

Preciosa amiga Lumena,

Quem vive para amar, vive a si realizar. Quem vive na intenção de ser amado, corre o risco de nunca ser realizado. Melhor coisa é dar, que receber. Que dar é porque tem. Quem espera receber é porque não tem. Este é o paradoxo do amar e ser amado.

Um grande abraço do seu amigo,

Edson Carmo

R|P disse...

Independentemente do que os outros digam, o nosso Amor é sempre próprio, e nós sempre egoístas, porque praticando o altruísmo e atingido equílibrio, realização, ou outro substantivo que não sei precisar, buscamos não mais que conforto na nossa condição humana. Com as fitnhas cor-de-rosa, botões primaveris, moralismos tão velhos quanto usados, procuramos apenas cobrir a única realidade que teremos por garantida: o descontentamento. Se me perguntarem que legitimidade exerço sobre isto? nenhuma, também eu prefiro cegar.

Lumenamena disse...

Abdoul Hakime,

Sim, a ciência pode explicar, e o interesse científico pelo tema começou nos anos 60, mas o primeiro estudo sério começou nos anos 40. Após um estudo de vários apaixonados e, concluiu-se que todos funcionavam do mesmo modo, visto a paixão provocar os mesmos sintomas em todos eles. Sentem o coração bater mais rápido, passam noites sem dormir e perdem o apetite.
O amor é diferente da paixão, está voltado mais para a estabilidade, sem grandes sobressaltos. As pessoas envolvidas neste sentimento não vivem de forma igual. Aqui é diferente da paixão.
Todos nós passamos por essas fases: paixão/amor. Certamente irás passar também.

Grata pela tua participação,
Sempre amiga Lumena

Lumenamena disse...

Carlos Bayma,

A escolha do objecto da paixão, digo paixão, tem explicações mais centradas no coração e na alma, do que na ciência.
Geralmente, nos apaixonamos pelas pessoas que correspondem a um conjunto de expectativas que formamos ao longo da vida, e muitas vezes com base nas experiências vividas.

Há diferenças entre paixão e amor.

As pessoas se apaixonam porque faz parte da essência humana e não pode ser bloquedo por nenhuma convenção social.

Direi também poder ser um vício, visto haver actividade cerebral numa região, a molécula (dopamina), que se torna activa. essa droga activa o circuito do cérebro. Este exemplo é idêntico quando se ingere cocaína, esta droga activa alguns dos mesmos circuitos do cérebro associados à paixão.

Considero ambos (essência/vício), como aceitáveis.
Essência, porque esse "mundo" é nosso, somos nós que construimos o caminho, somos nós que por elels vamos, lado a lado. A essência é todo um conjunto que nos envolve.
Vício, por ser mesmo uma "droga", um vício muito poderoso.

Um Grande Abraço,
Lumena

Lumenamena disse...

Edson Carmo,

O paradoxo do amar e ser amado, pode ser aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica, ou até a uma situação que contradiz a intuição comum.
Fica difícil encontrar uma resposta.

"Melhor coisa é dar, que receber. Que dar é porque tem." - porque uns têm e outros não têm?

Um Grande Abraço,
Lumena

Lumenamena disse...

R|P,

O amor é sempre próprio, e sempre procuramos conforto para nós e para dar também.
Porque descontentamento?
O verdadeiro contentamento só no quando nos preocuparmos com o contentamento de quem ninguém se importa. Era isso que Jesus fazia, levava contentamento a quem desistia de procurar por si mesmo.
É necessário mudar de atitude.

Um abraço,
Lumena

Adh2bs disse...

Bons dias...
O amor - independentemente de sua origem, também é um aprendizado. Sua duração depende de sua evolução. A paixão inicial é uma espécie de jardim da infância. Marca indelevelmente. Há quem não consiga passar disso, assim que termina essa fase, termina tudo. A continuidade no entanto, depende da integração e da profundidade (e reciprocidade) que vai - naturalmente - conduzir quem ama perante o seu amado, exatamente como num curso, um constante (e lindo) aprendizado...
Grande tema!
Bjão,
Adh

Edson Carmo disse...

“Por que uns têm e outros não têm?”

Lumena, sua pergunta é muito significativa!

Entenda, eu estou usando palavras, mas palavras não são a verdade. Palavras são mapas, endereços, direcionamentos, indicativas... Quando eu digo que quem busca ser amado não tem amor, quero dizer que tal pessoa tem seu amor enterrado; tal pessoa precisa do mapa do seu tesouro. Tal pessoa precisa tomar conhecimento de que tem uma herança. A maioria das pessoas são superficiais, e o amor é o que há de mais profundo nesta existência. Eu não sabia onde estava o meu amor, até que deixei Jesus entrar no meu coração. Ele entrou em minha casa, havia tanta poeira, que não era possível ver as cores. Existia tanta casa de aranha, que não era possível ver as formas. Existia tanto caos, que era impossível perceber o que de fato havia ali.

Todos nascem com amor – esse é o nosso direito inato. Mas aos poucos, vamos colocando muitas coisas mundanas sobre ele; aos poucos vamos nos afastando da nossa interioridade, e o amor vai desaparecendo até que não possamos mais vê-lo.

O mundo é tolo, muito lógico, muito científico... O mundo só crer na matéria, naquilo que se pode ver, tocar... Quando alguém morre, este alguém é pesquisado, é analisado através de autópsia. Mas como defuntos, qual a diferença entre Albert Einstein e o maior de todos analfabetos? O onde estará a inteligência? Onde estará a burrice? Onde estará o amor, onde estará o ódio? O mundo é conhecedor de mortos, mas ainda não sabe nada de vivos. O mundo sabe muito de enfermidades, mas precisa saber o que é a saúde (...).

Se você está vivo, então o amor está aí. Se você está morto, não há como encontrá-lo.

(...)

Edson Carmo

Lumenamena disse...

Adh,

"A paixão inicial é uma espécie de jardim da infância."

Essa paixão inicial existe no bebé com segundos de vida!

Esse crescimento do amor permanece e é o processo mais sublime e mais complexo da vida, que faz cada um aprender a distinguir o outro durante essa mesma vida.

Grata pela participação!

Um Grande Abraço,
Lumena

Lumenamena disse...

Edson Carmo,

Existe uma palavrinha milagrosa que se chama Misericórdia, e esta é a chave do Amor.
Os humanos ainda se formam sob carências, sob necessidades materiais, sob afinidades, sob diferenças, sob aparências, sob tantas quantas são nossas fraquezas e forças, e ainda é sobretudo sob o que fazemos diante das fraquezas e forças dos nossos companheiros.
Como encaramos nossas diferenças? Como elos ou como armas?

Um Grande Abraço,
Lumena

Edson Carmo disse...

Amiga Lumena,

“Como encaramos nossas diferenças? Como elos ou como armas?”

Se você olhar sem os olhos da mente coletiva, então você perceberá que tudo que aconteceu e está acontecendo, aconteceu e está acontecendo para que tudo esteja aqui. Tudo está tão intimamente conectado que não há diferenças e sim partes de um processo infinito. Tudo que há é uma partícula do todo! Tudo o que há, está envolvido em tudo. E tudo, está envolvido no que há. Os filhos vieram dos seus pais; e os filhos serão pais dos seus filhos... Das ações virão as reações, e das reações outros resultados, e dos outros resultados outras ações – tudo está interligado.

Para a existência não existe diferenças. Para o todo, não há diferenças. A diferença é uma criação da mente humana. As diferenças existem entre seres humanos, porque os seres humanos gostariam que cada outro fosse do jeito que eles gostariam que fossem – e eles não são!

Seu corpo não diz que sua mão é diferente de seus pés, este é um fenômeno da mente.

Para a natureza não existe o estado de diferenciação, existe o estado de cooperação.

Aceite um abraço deste seu amigo,

Edson Carmo

Abdoul Hakime Goul Djounoubi عبد الحكيم گل جنوبی disse...

Tomara Deus que aconteça isso. me desejes sorte, amiga.
Beijão.

Azoth disse...

Um bom ano Lumenamena.

É tão cómico escutar a religião falar que o homem descende do Adão e da Eva como a ciência dizer que o Amor é produto de uma reacção química.

Se assim fosse, talvez os Estados unidos acabassem definitivamente com o flagelo terrorista se pulverizassem meio mundo com dopaminas e outras mais em lugar de outros químicos.

Abraços Fraternos

Lumenamena disse...

Edson Carmo,

Interessante esta frase:

"Tudo está tão intimamente conectado que não há diferenças e sim partes de um processo infinito. Tudo que há é uma partícula do todo!"

Constacto: O Universo é um organismo unificado como o corpo humano. O infinito comunica-se em harmonia através da sua própria composição, assim como, o corpo humano comunica-se com as suas células, o infinito Universo comunica-se com cada partícula.

"...tudo está interligado."

Grata,
Lumena

Lumenamena disse...

Abdoul Hakime,

Deixo-te um desafio:

Experimenta elevar diariamente os teus padrões de energia, irradiando o bem, o bom, o justo e o belo para o Universo que te cerca.
Tudo o que és, é produzido através da força magnética que emites através das tuas frequências vibratórias. Sendo assim, és magnético. O factor sorte é o resultado de uma energia positiva que tu mesmo provocas.
Doar um bem, traz em ti o recebimento de um bem ainda maior, porque a natureza do universo é fazer crescer tudo o que se inicia.

Um Grande Abraço,
Lumena

Lumenamena disse...

Caríssimo Azoth,

O amor é frequentemente celebrado como um fenómeno místico, muitas vezes espiritual, por vezes apenas físico, mas sempre como uma força capaz de determinar o nosso comportamento. Sem querer discutir o tema amor, do ponto de vista da química que lhe é associada: os compostos químicos que actuam sobre o nosso corpo, sobre o nosso cérebro, em particular, e nos transmitem todas as sensações e comportamentos que associamos ao amor.
Enfim... e isto, tem a ver, também com outros conjuntos compostos químicos, que afectam o nosso cérebro: a norepinefrina que nos excita (e acelera o bater do coração), a serotonina que nos descontrola, e a DOPAMINA, que nos faz sentir felizes.

Qual a sua dúvida?

Não foi inventado por mim, Azoth!
São estudos científicos comprovados.

Tema: Estados Unidos.............

"Estados unidos acabassem definitivamente com o flagelo terrorista" - SERÁ?

ou, não estaremos todos enganados, no "terrorismo que não se encaixa".

O terrorismo nunca terminará enquanto houver uma diferença abismal entre raças, religiões, vontades, etc, etc, etc, etc,....

Já agora que fala sobre os Estados Unidos, vamos lá...

As mentiras dos pupilos de Bush, entretanto, não convenceram os membros do Conselho de Segurança da ONU.
Na prática, após sete anos das brutais sanções da ONU, o Iraque não tinha capacidade militar para ameaçar nenhum país.
As armas de destruição em massa nunca foram encontradas. Uma investigação que durou dez meses após o início da ocupação e que varreu todo o país chegou a esta conclusão irretocável. Ela foi coordenada por David Kay, inspetor nomeado pelo próprio Bush, e contou com a participação de mais de cem especialistas. Seu relatório final foi taxativo: não havia armas químicas, nem bacteriológicas e nem nucleares. As mentiras foram usadas como pretexto para criar o clima de histeria e para justificar a guerra.
Menos de um ano depois da criminosa ocupação do Iraque, assessores da Casa Branca confessariam toda a trama.
Já o secretário de Defesa Donald Rumsfeld, ao ser interrogado no Congresso dos EUA após a difusão do relatório Kay, afirmou candidamente: “Na verdade, não sabemos se havia de facto qualquer arma de destruição”.
A imagem pública do presidente-terrorista George Bush após os ataques de 11 de setembro. Os mídia fizeram de tudo para esconder a trajectória sinuosa e nada transparente do actual ocupante da Casa Branca.
George Bush sempre ocultou as suas obscuras relações com a família Bin Laden.

Verdadeiras razões da guerra:

A trajetória deste “mentiroso profissional”, ganhou contornos mais trágicos com a sua chegada à presidência dos EUA. No poder, as suas mentiras serviram para justificar ataques criminosos que, no fundo, têm razões econômicas e geopolíticas ambiciosas.

Abraços fraternos,
Lumena

Graça Pereira disse...

Gostei deste post e estou de acordo com muita coisa...Primeiramente, há uma quimica...Afinal,somos corpo...Depois entra tanta coisa neste amplexo e complexo sentimento até se transformar em paixão-amor!
Eu, continuo apaixonada... mesmo depois de ele ter partido para outra dimensão! Foram 24 anos de entrega,de felicidade partilhada, de pequenos gestos trocados.... Sorrio e sou feliz com tanta coisa bonita que ele deixou na minha vida!
Beijos
Graça

Vinicius disse...

Cheguei no seu blog meio sem querer você se chama Lumenamena??

MInha irmã se chama Lumena (mas a gene mora aqui no Brasil)

Parabéns pelo blog e feliz 2010

Lumenamena disse...

Graça Pereira,

Está aí uma prova de que existe uma química na vida do ser humano.
A tua paixão-amor pelo teu ente querido, apesar de já estar na outra dimensão, ainda te sentes muito apaixonada.
A tua felicidade, o sorriso ainda estampado no teu rosto, a entrega da felicidade partilhada, é do mais sublime, mais puro amor que pode existir. Possuis um bem precioso.
Abençoada amiga.

Um Beijo Fraterno,
Lumena

Lumenamena disse...

Vinicius,

A blogosfera é um mundo interessante!
Lumenamena, nome fora do vulgar e único na blogosfera.
Pode chamar-me como queira, Lumenamena ou Lumena (abreviado).

Grata pela visita e Feliz Ano 2010.

Dark angel disse...

Lumena,
Obrigada pelos votos, que redirijo para si. Um fantástico 2010. E já que fala em amor, muito amor para si, porque, por muito que indaguemos, e tentemos interpretá-lo, ele tem sempre uma lógica e complexidade muito acima daquilo que conseguimos atingir. Mas o amor vale a pena. Enche e preenche, desbrava as silvas que enegrecem a nossa vida... quantas palavras para nada dizer... o amor é superlativo, infinito para ser entendido de modo finito. Por isso não o entendemos, porque somos finitos.
Beijo.

Lumenamena disse...

Dark ange,

"...infinito para ser entendido de modo finito."

Todavia, o mesmo ser humano finito pode de facto sentir, tornando-se capazes de compreender, ou conhecer a sabedoria e a bondade de muitos, aos quais fazem a diferença, tanto no conforto como no bem-estar, quanto à felicidade e à prosperidade pessoal.

Grata e um Feliz Ano 2010 para si.

Um Beijo,
Lumena

عبد الحكيم پھول کی جنوبی disse...

Ahã! Gostei do conselho: praticar sempre o bem, pra receber em troca nada mais nada menos que o bem. Acho que estás mesmo certa, somos o resultado das energias que irradiamos.

Amiga, obrigado pelas mensagens de carinho e amizade no dia do meu aniversário. Várias pessoas lembraram este ano, mas poucas me alegraram tanto com a sua presença como tu. Te admiro e te concidero na mais alta conta.

Um abração! Bem haja e au revoir!

Rener Brito disse...

As pessoas têm dificuldade para compreender o AMOR – e são incapazes de ir além do intelecto, da lógica, da dialética e da descriminação. O bom de ir além do intelecto - é poder viver e entender que o AMOR não busca seus próprios interesses, não se recente do mal, não possui, não controla, simplesmente AMA - não com normas frias, mas com calorosas obras que são de fato e de verdade.
Possuir é destruir todas as possibilidades de amar.

Lumenamena disse...

عبد الحكيم پھول کی جنوبی

Exactamente, somos o resultado das energias que irradiamos.

Continua a mostrar-nos os teus projectos de vida, os teus sonhos, a tua dedicação e amizade incansável.

Um Grande Abraço,
Lumena

Lumenamena disse...

Rener Brito,

Sim, muitas pessoas têm dificuldade para compreender o AMOR.
Ou será que não têm coragem de compreendê-lo e senti-lo sem preconceitos?

Um Grande Abraço,
Lumena

Eduardo Aleixo disse...

Sendo um amante do Amor, tenho dificuldade em escrever sobre o Amor. Por isso admirei tanto a tua exposição.
-
Obrigado pelas palavras que deixaste no meu blogue. Êxito tb para ti no ano que ora começou.

Comunidade Indo disse...

“Ou será que não têm coragem de compreendê-lo e senti-lo sem preconceitos?”

Ai estar o problema - sofre a rejeição e o constrangimento do meio por compreendê-lo e senti-lo sem preconceito – isto é renuncia a si mesmo, é amor.
É só amando de fato e de verdade e não de boca, que se perde o medo do terrorista chamado de preconceito.

Lumenamena disse...

Eduardo Aleixo,

O segredo é não medir as palavras, apenas escreve tudo aquilo que queiras ouvir, e sonhes em falar.

Grata pelo comentário.

Abraços,
Lumena